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Torre Do Terror

Quando você menos esperar, ele estará lá, na sua frente, olhando profundamente em seus olhos, e você se pergunta o que irá acontecer. O sangue, as feridas, a DOR. A morte é algo tão belo, todos morrem algum dia, pois então chegou a sua vez. Você acha mesmo que mereces viver? Não tenha medo. Since:06/01/12
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Crianças tolas. Acham mesmo que seus cobertores irão protegê-los? Acham mesmo que a porta aberta e a luz acesa no corredor vai nos afugentar? Que cantar essas malditas musiquinhas alegrinhas e inúteis vão nos afastar? Acha mesmo que o ursinho Teddy vai nos assustar? Pobres e inocentes crianças. Vocês mal sabem que nós espreitamos vocês. Ficamos escondidos naquele canto escuro do seu quarto, aquele que nenhuma luz atinge, só os observando. Alguns de nós gostam de se esconder embaixo da cama, outros, dentro dos guarda-roupas. Nós estamos alí, sempre prontos e presentes para agarrá-los. Quando vocês dão as costas para o espelho, nós aparecemos, quando atrás da porta está escuro é lá que ficamos. Não adianta embrulhar-se dentro dos cobertores, porque durante a noite vocês vão se descobrir e seus lindos pézinhos estarão vulneráveis à nossa fome. Nossa hora favorita, é bem naquela em que você acorda para ir ao banheiro. Uma dica? Nunca nos deixe saber que vocês estão acordados, porque o faremos assistir seus pezinhos, perninhas, mãozinhas, bracinhos e corpinhos serem devorados lentamente. Sabe aquela sensação deliciosa de estarem sendo observados ou seguidos? Ouvir barulhos, passos ou vozes? Somos nós… Sabe aquele arrepio na espinha e aquele medo de olhar para trás? É isso que nós causamos. Não, crianças. Não é sua imaginação que cria imagens em movimento no seu quarto, no escuro, no meio da noite. Nunca esqueça que nós estaremos vigiando-os de pertinho. E se vocês esquecerem, faremos questão de lembrá-los. Com carinho, Bicho papão. 

(Source: ju-uon)



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Certo dia, um casal resolve sair para comemorar os 3 anos de casados. Eles tinham dois filhos pequenos, logo não podiam deixar-los sozinhos em casa a noite, então resolvem ligar para uma babá de confiança para que cuidasse das crianças. Tudo já combinado, no dia marcado a babá chega, e os pais saem em seguida. A babá brinca com as crianças um pedaço da noite, e em seguida eles dormem. Com o receio de que as crianças sentissem fome, ela resolve ligar pro pai e perguntar se poderia fazer um simples sanduíche pra eles, caso eles sentissem fome. O pai diz que sim, e aproveitando a ligação ela pergunta: 
— Senhor, sem querer parecer incômoda mas eu poderia colocar um pano por cima do palhaço que fica perto da porta, é que ele é um pouco assustador.
Após um tempo em silêncio o pai responde:
— Pegue as crianças e saiam da casa, porque não temos nenhum palhaço.

Certo dia, um casal resolve sair para comemorar os 3 anos de casados. Eles tinham dois filhos pequenos, logo não podiam deixar-los sozinhos em casa a noite, então resolvem ligar para uma babá de confiança para que cuidasse das crianças. Tudo já combinado, no dia marcado a babá chega, e os pais saem em seguida. A babá brinca com as crianças um pedaço da noite, e em seguida eles dormem. Com o receio de que as crianças sentissem fome, ela resolve ligar pro pai e perguntar se poderia fazer um simples sanduíche pra eles, caso eles sentissem fome. O pai diz que sim, e aproveitando a ligação ela pergunta: 

— Senhor, sem querer parecer incômoda mas eu poderia colocar um pano por cima do palhaço que fica perto da porta, é que ele é um pouco assustador.

Após um tempo em silêncio o pai responde:

— Pegue as crianças e saiam da casa, porque não temos nenhum palhaço.

(Source: overdose-de-rock)



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puroterror:

Mamãe, mamãe! Tem alguma coisa lá fora… - Dizia a garotinha, olhando pela janela, vendo o vento balançar os galhos das árvores e algo se mover entre elas.

- Sim, filha. As árvores, o vento, a lua… - Respondera a mãe, céticamente, enquanto arrumava as almofadas no sofá e ligava a tv, logo em seguida sentando-se.
 
- Não, mamãe! Tem alguma coisa lá fora! - Insistiu a garotinha, olhando para a mãe e então retornando o olhar para a janela, enquanto começava a chover.

- Deve ser algum animalzinho, querida. Agora sente-se aqui com a mamãe. - Disse, dando leves tapinhas no lugar vago no sofá.

A menina correu em direção do mesmo e então sentou-se, deitando a cabeça no ombro da mãe. Distraíram-se com a tv, enquanto a mãe acariciava as mechas loiras da garotinha, que já dormia. De repente, ouvira um barulho vindo do exterior da casa, e automaticamente recordando-se do que a menininha disse. Virou o rosto e então fixando o olhar na janela, vira marcas de mãos surgirem no vidro.

Seu corpo estremeceu de cima à baixo, sua espinha congelou e seu coração quase pulara fora do peito. Respirou fundo e então fechando os olhos, repetiu para si mesma que ela estava apenas imaginando, que estava impressionada por causa do barulho. E evitou olhar para a janela outra vez.

PT

puroterror:

Mamãe, mamãe! Tem alguma coisa lá fora… - Dizia a garotinha, olhando pela janela, vendo o vento balançar os galhos das árvores e algo se mover entre elas.
- Sim, filha. As árvores, o vento, a lua… - Respondera a mãe, céticamente, enquanto arrumava as almofadas no sofá e ligava a tv, logo em seguida sentando-se.
 
- Não, mamãe! Tem alguma coisa lá fora! - Insistiu a garotinha, olhando para a mãe e então retornando o olhar para a janela, enquanto começava a chover.
- Deve ser algum animalzinho, querida. Agora sente-se aqui com a mamãe. - Disse, dando leves tapinhas no lugar vago no sofá.
A menina correu em direção do mesmo e então sentou-se, deitando a cabeça no ombro da mãe. Distraíram-se com a tv, enquanto a mãe acariciava as mechas loiras da garotinha, que já dormia. De repente, ouvira um barulho vindo do exterior da casa, e automaticamente recordando-se do que a menininha disse. Virou o rosto e então fixando o olhar na janela, vira marcas de mãos surgirem no vidro.
Seu corpo estremeceu de cima à baixo, sua espinha congelou e seu coração quase pulara fora do peito. Respirou fundo e então fechando os olhos, repetiu para si mesma que ela estava apenas imaginando, que estava impressionada por causa do barulho. E evitou olhar para a janela outra vez.

PT


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